sexta-feira, 30 de julho de 2010

Use Somebody

    Eu poderei ouvi-la para sempre, falando muito, como é do seu jeito. Guiando-me com sua fantástica capacidade de saber vários caminhos diferentes.
    Na estrada não tem muitos sinaleiros, mas a caminho da praia tem radar, fazendo com que minha velocidade seja controlada não só por ela. No meu copo, eu tenho coca-cola.
     Por mais rápida que seja a viagem, sempre é tempo o suficiente para tocar um CD inteiro. Isso quando ela não repete mil vezes à mesma música, ela sempre pede para repetir essa.


You know that I could use somebody

Someone like you!

Kings Of Leon.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Caixa de cartas

http://www.youtube.com/watch?v=uY1ahFCYT5k

Eles sempre trocavam recadinhos. Ela adorava colocar data, e ele o nome.
Eram duas pessoas, em suas particularidades, muito carinhosos. Romantismo por ele, cuidados por ela. Gostos músicais se fundiram, foram do alternativo ao gostoso e preferência no som do carro, indie rock
Cath adorava dormir daquela forma – com sua cabeça sob o peito de seu querido. Peter gostava de vê-la dormir.
Cath queria conhecer Paris de Madame Bovary, Peter preferiu outro país.
Mas eles sempre trocarão cartas, eles não sabem viver sem saber um do outro, e ah, Peter aprendeu a colocar datas, afinal Cath sempre assinou.



Com amor.


Cath - Death Cab For Cutie

terça-feira, 20 de julho de 2010

Inverno quente

Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade

Eu quis te convencer, mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade

Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that I'm sad
I'll take a ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them together

'Cause I can forget about myself


Trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I let you stay with me if you surrender


Das estações do ano, eu adoro dias de sol. Entenda bem, dias de sol, não de um intenso calor. Dias de sol no inverno, aquele sol que aquece as mãos frias, acompanhado do vento frio do inverno.
Sentar num banco de praça e observar as pessoas, conversar, sonhar.
É tão agradável quanto o dia de sol de inverno, que traz o vento gelado da sensatez acompanhado dos sonhos quentes de sol.

Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
(I can forget about myself
Trying to be everybody else)
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
(I feel all right that we can go away)
Pode ser a eternidade má
(And please my day)
Eu ando sempre pra sentir vontade.
(I'll let you stay with me if you surrender)
Janta - Marcelo Camelo

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sabado à noite

Enfrentar toda uma semana para chegar ao sábado.

Sábados sempre foram agitados para mim, e eu nunca aprendi ou tentei fazer com que fosse diferente, pelo contrário. É uma espécie de abastecimento para passar por mais uma semana.

Seja agitada com a família ou com os amigos, é tão bom! Às vezes até cansativo. Quando eu era criança, lembro de ir ensaiar com o coralzinho, já quando adolescente eu não sabia o que era a palavra casa no final de semana, e agora que já sei todos os lados, descobri que adoro também sábado de inverno com chuva, com amigos, com comida, com conversas, com carinhos, com coberta, com muita risada.

Para sugestão de cardápio, o próximo será fondue! Queijo e vinho, morango e chocolate ;)

sábado, 10 de julho de 2010

Minha ficção

Acabou.

Fim de romances sempre se espera um final feliz, mas depois de filmes como P.s: Eu te amo e Um Amor para Recordar, eu começo a ter certeza de que às vezes nem na ficção eles funcionam. Ou tipo Malhação em que a Letícia e o Gustavo vão ficar juntos só no final.

Em P.s: Eu te amo, ele morre e faz coisas lindas por ela depois, através de suas cartas. Em Um Amor para Recodar, ela muda o rapaz e quando está já debilitada pela doença que possui, ele faz coisas incríveis por e para ela.

Talvez eu não tenha aprendido nada com a imensidão de romances que eu já vi. Mas, talvez eu seja a menina do Como se fosse a primeira vez, em que ele precisa a cada novo dia conquistá-la, ou a idosa de O Diário de uma Paixão, que devido o mal de alzheimer já não recorda que o homem ao seu lado foi o seu grande amor. Posso ser também a inconstante da Marisa de The O.C. Fato é que elas são mocinhas, e eu vilã.



P.s: Mesmo assim, eu vou continuar acreditando na existência do final feliz, afinal, o casamento da Summer e do Seth Cohen foi lindo, e eu quero igual!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

E a resposta?

Será que você acerta a minha fruta predileta?
e a cor?
Será que você reconheceria o meu cheiro em uma multidão?
E o sabor?
Será que você sabe as minhas músicas prediletas?
E o tom?
Será que você acertaria me levar para jantar?
E o meu prato predileto?
Será que você saberia me dar um presente?
E flores?
Será que eu permito você saber, acertar, reconhecer?
Ou não?!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

"Confesso acordei achando tudo indiferente
verdade acabei sentindo cada dia igual.
Quem sabe isso passa, sendo eu tão inconstante.
Quem sabe o amor, tenho chegado ao final."
Trecho da música - Confesso/ Ana Carolina


Talvez seja necessário aprender a usar corretamente, as pontuações e acentos. Vírgulas, reticências, exclamações, pontos de interrogação e o dito cujo do ponto final. Pontuação nunca me foi um problema, o que vacilo mesmo é com a acentuação, mas ao que diz respeito a Língua Portuguesa, nada que tenha sido algum dia um fator preocupante, até porque essa correção é fácil.
Em relações humanas, pontuação é muito mais complicado, difícil de aplicar, confuso e confesso, não estou sabendo usar a exclamação, nem o ponto final, mas me angustia tanto a quantidade de interrogações e reticências que contêm no texto da minha vida. Porque se fosse uma leitura privada tudo bem, mas a nossa vida não é construída como se fosse um livro de acesso único e direto apenas do autor, e nem mesmo podemos apagar os erros, escrever e reescrever, quando bem entendemos como é possível com lápis, papel e borracha.
Torna-se necessário também, em algumas horas, travessões para explicar determinadas ações - isso no texto da vida nem sempre dá, porque o leitor não espera, às vezes nem você tem tempo de entender - o que facilita muito, traz mais sentido, ou até mesmo compreensão daquilo que está sendo colocado, mas não sendo possível, o leitor fica mais uma vez sem entender e a sua vida fica como um texto mal redigido e mal interpretado.
Quem sabe, só falta uma vírgula para dar sequência à última frase escrita. Mas quando já não cabe a vírgula, quando o assunto for outro, talvez seja à hora de um novo parágrafo, mas antes dele, verificar o ponto final, para daí sim dar dois dedos de espaço e por fim continuar.

sábado, 3 de julho de 2010

"Só enquanto eu respirar, vou me lembrar de você. Só enquanto eu respirar..."


Projeções para o futuro são difícieis de serem feitas de uma forma que te dê plena segurança, que de tal maneira, aconteça como o planejado. Ela sabia disso... Ele não.