domingo, 27 de fevereiro de 2011

História

'Pra você guardei o amor
Que aprendi vem dos meus pais

O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz..'



Eu me formei! 
Quando passei no vestibular e meu pai chegou em casa com o boleto da matrícula pago ele disse: "É um valor alto filha.. Mas Deus abençõe!". Meu pai é lindo! Abriu mão de sonhos particulares, sonhos que envolviam coisas maiores pelo sonho de uma peça unica no nosso quebra-cabeça, ou seja, a nossa família.
Lá - PUC - eu conheci muita coisa, somei novos valores e abri mão de outros não tão relevantes, me moldei [e preciso cada vez mais me esculpir] professora, que é a propósito, uma profissão incrível! Fiz poucos amigos apesar de ter conhecido pessoas maravilhosas. É verdade, uma dessas pessoas é o meu futuro marido! 
Foi intenso e como tudo que é intenso [pelo menos eu acho] passou voando.


Fui por um ano Presidente do Centro Acadêmico de História e isso me rendeu boas risadas e alguns conflitos, mas nada que uma turma de calouros não pudesse resolver. Eu era também uma das poucas protestante na sala. O meu Trabalho de Conclusão de Curso foi sucinto da forma que eu [e minha orientadora] quis e isso me rendeu elogios da banca! Parei para pensar e a quantidade de dinheiro que você gasta em um ano em xerox e em comida é desesperador - principalmente em comida, porque xerox se tira em grupo táticas para economizar! O último ano foi a época em que eu mais comi cachorro-quente na minha vida, afinal eu troquei [junte 10 tickes ganhe um de graça] duas vezes! 
Sobre as aulas, nada supera História do Brasil, História Moderna, Ética e Filosofia Contemporânea - n-a-d-a!
Com um ano de faculdade eu já queria me mandar para o curso Direito, a primeira vez que fui chamada de professora trajando jaleco e crachá eu quase chorei. Quando a minha professora de Fundamentos da Educação disse que eu tinha postura a postura certa, aí fui ao delírio!!
Já sinto saudade do bloco amarelo e dos meus professores e da certa "tranquilidade" de estudante.


Na minha formatura não teve momento de maior agradecimento para aquele "Deus abençõe" inicial do meu pai quando me matriculou, quando pude agradecer diante de toda a solenidade que Ele me honrou! Não houve emoção maior que ver o Rodrigo mostrar a sua maior fragilidade em público em nome de uma ausência maior. E não havia outros abraços que eu queria ganhar que não fosse daqueles que eu mais admiro, me colocaram no mundo, me criaram e me cuidam e me proporcionaram toda essa experiência e formação. Meus pais!

Agora então segue o meu currículo:
Nome: Marília Carzino de Alcântara
Idade: 20 anos
Formação Profissional: Licenciatura em História
Áreas de atuação: Professora - Ensino fundamental e médio; Licenciada para Filosofia; Pesquisa; Editoras; Publicação; Emissoras de Tv; Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural; Centros de memória e/ou documentação; 


O meu Pai Celestial abençoou aquilo que meu pai pediu, porque é isso que pais fazem, abrem mão de si pelos seus! 
  

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vinho tinto e Calmante




Em dias de decepção, um calmante;
Para brindar com as pessoas ao seu redor o amor puro, a sincera amizade e a paz, um bom vinho tinto.



Disappointment has a name:

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Dói no coração

"assim como a dor que fere o peito,
isso vai passar, também!"

Quero realmente encarar como uma provação de Deus. E como um crescimento estritamente meu, porque pelo que percebo há quem nunca cresça.
Em Dias Melhores Virão, Max coloca uma verdade na qual hoje, foi a unica que me acalmou:

"Trata-me como trato o meu próximo." Você está ciente de que é isso que está dizendo para o seu Pai? "Dá-me o que dou a ele. Concede-me a mesma paz que concedo aos outros. Deixa-me desfrutar da mesma tolerância que ofereço." Deus irá tratá-lo como você trata os outros.Você gostaria de ter paz? Então, pare de infernizar o seu próximo. Quer desfrutar de generosidade de Deus? Então deixe que os outros desfrutem da sua.."

Está difícil.
Há quem diga que eu faço drama, já eu digo que há quem nem saiba o que é isso. É frieza demais para saber.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

My boyfriend

Fazem três ano que te conheço.
Me pergunto quando te ganhei... Porque em um primeiro momento, descobrimos tantas coisas em comum - eram músicas, religião e até uma dor insistente no coração. Mas a unica coisa que naquele momento nos igualava era o título de calouro!
Na primeira semana de aula um professor, Wilson, pediu: "Quero que façam duplas e venham a frente. Mas vocês não vão se apresentar. Vão falar do outro, apresentar o outro!" Olha só, não lembro ao certo o contexto, mas fomos nós dois.
Os primeiros meses de Puc, para mim que estava tentando fugir de algumas confusões internas e de sentimentos dolorosos, foram divertidos com frequentes idas ao bar [não para beber, até porque a minha sala olhando agora era formada por pessoas de família! haha. Mas é porque lá que a galera se encontrava mesmo, fazia aniversários e comíamos BROA!]
Nossos pais nos esperavam com o carro um do lado do outro todas as noites.
Quando eu realmente comecei a encarar os meu problemas, você encarou comigo e me ajudou a aceitar as minhas limitações, os meus remédios. Eu então já tinha um amigo.
Na noite de 12/06/2008 você me pediu a mão com bombons e um colar lindo.
Por um ano inteiro a cada dia 12 do mês você aparecia com alguma coisa e da maneira mais apaixonada me agradava. E as nossas viagens!? Praia, Floripa, praia, praia, BH, Ouro Preto, Tiradentes, Lapa, praia! E as próximas então - OMFG ;O
Você é meu Cohen - principalmente quando ia para a faculdade com a camiseta do Homem-Aranha, e no nossa planejado [casamento] nos mínimos detalhes.
Depois de 2 anos e 8 meses juntos não importanto as pausas, você me cuidou. E como ainda está escrito em um bilhete guardado na sua carteira, você: "me cuida como menina, me ama como mulher!". Onde nós começamos acabou porque nos formamos juntos, mas sempre será uma delícia voltar as origens da Pontifícia. E o momento em que te ganhei, nós dois sabemos bem!

Ainda bem que você vive comigo, porque senão como seria essa vida!?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

So flawless and not so perfect?

Amor é bom quando é confortável. É bom de fazer perder a hora no relógio, voltar para a casa e poder só externar no sorriso o sentimento mais puro e sensível dentro de si.
Confortável, não para o lado da rotina, nem para o lado mais cheio de surpresas. Mas sim confortável para sonhar, planejar, permitir, mudar e causar mudanças.

"Nosso amor era confortável e tão à vontade
Ela é perfeita
Tão sem defeitos
Ou assim eles dizem.
[...]
E faz poses para fotos que não estão sendo tiradas
Eu amava você
De calça de moletom cinza
Sem maquiagem
Tão perfeita"

Comfortable - John Mayer